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Diretório de Advogados
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Bacharel em Direito
Ernesto Mayer Alves
São Paulo (SP)
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E
Ernesto Mayer Alves
Comentário ·
há 8 anos
Intervenção Federal: o retorno do regime militar de 1964?
Escola Brasileira de Direito
·
há 8 anos
Com o devido respeito, absurdo é a reforma como se quer fazer, onde só os trabalhadores pagam por uma dívida feita pelos políticos e (des) governos incompetentes para gerir as contribuições. E não nos esqueçamos que, enquanto os trabalhadores desse país sentem a espada sobre suas cabeças, tendo que trabalhar até muito mais tempo do que o devido, o governo (em minúsculas mesmo) isenta grandes devedores, tanto de débitos previdenciários quanto de recolhimentos de CSLL e COFINS, que são tributos que se destinam à Seguridade Social.
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E
Ernesto Mayer Alves
Comentário ·
há 9 anos
Juiz é xingado, leva soco e 'apaga' durante audiência em fórum de SP
Correção FGTS
·
há 9 anos
É por conta de pessoas que pensam como vc que o país está a balbúrdia que está. Não quero dizer que inexistam juízes, advogados, servidores públicos e "boyzinhos" que se acham deuses, com o rei na barriga; mas no caso não foi o homem que sofreu agressão, foi a autoridade que o reveste. Pensar dessa maneira só mostra o total desrespeito que muitos - você incluído - tem por autoridades. Hierarquia deve existir, senão acaba-se instituindo (mais ainda) a anarquia. Quer mudar o país? Comece com atitudes morais, não físicas ou verbais estapafúrdias.
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E
Ernesto Mayer Alves
Comentário ·
há 9 anos
Suspensa propaganda mentirosa sobre reforma da Previdência
Ian Varella
·
há 9 anos
Ressalte-se que o funcionalismo público concursado não tem FGTS, que é outra razão pela qual recebe a integralidade. A tão atacada estabilidade também tem sua razão de ser, que é a garantia de lisura nos atos administrativos. Imagine um Auditor-Fiscal que autua uma empresa de um político: se não tiver a estabilidade, na melhor das hipóteses seria transferido para o fundo da floresta amazônica. Depois dizem que eles tem privilégios. Esses dois são contrapartidas, na verdade. Mas, claro, para o Governo não é interessante divulgar isso, porque precisam arranjar um Judas para ser malhado - isso sem contar que é a classe política que tem, sim, privilégios. Divulga para o mundo que servidor público é "marajá", e o pior é ainda tem gente que compra essa ideia. Querem combater privilégios? Cortem o 14º salário dos Parlamentares, bem como o auxílio moradia e mais um monte de outros penduricalhos que eles recebem. E parem de roubar, que assim sobra.
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M
Maria Cleide de Carvalho Magalhães
Comentário ·
há 8 anos
Nos últimos 5 anos, PF prendeu um servidor por corrupção a cada quatro dias
Questões Inteligentes
·
há 8 anos
Desses servidores pegos em corrupção quantos são efetivo? Pois, sem querer defender ninguém, mas vamos dar a César o que é de César, a maioria dos envolvidos, pelos menos no noticiário, são servidores em cargo de comissão nomeados por políticos, que coincidentemente também estão envolvidos em escândalos de corrupção. O servidor efetivo é demitido e o comissionado? Geralmente ele sai de um cargo e vai para outro.
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Newton N
Comentário ·
há 8 anos
Direito Tributário: quais são as oportunidades de carreira?
IbiJus - Instituto Brasileiro de Direito
·
há 8 anos
As prerrogativas dos ocupantes de cargos públicos (que invejosos ou desavisados insistem em dizer que são "privilégios") junto com bons salários tendem a acabar por causa do desmonte do serviço público. Portanto, cargo público já foi considerado boa opção. Hoje nem tanto. Ficará mediocrizado em breve. Depois, os mesmos sádicos que hoje querem afundar o serviço público, reclamarão.
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Andre Cavalcanti Pierre de Messias
Comentário ·
há 8 anos
Intervenção Federal: o retorno do regime militar de 1964?
Escola Brasileira de Direito
·
há 8 anos
O que me impressiona, a se confirmar o que a imprensa televisiva vem noticiando desde esta manhã, é o grau de desprezo do Governo Federal pela ordem constitucional, que cogita "suspender" a ora decretada Intervenção Federal para possibilitar a votação da funesta reforma da previdência que pretende empurrar goela abaixo do trabalhador, como se ninguém percebesse que se trataria de uma manobra casuística, arquitetada para burlar a proibição de alteração constitucional durante a vigência da medida excepcional de intervenção federal.
Certamente a oposição haverá de questionar no STF, não a necessária intervenção federal, que há mais tempo já deveria ter sido decretada, mas qualquer manobra espúria do Governo Federal para burlar a proibição de alteração constitucional durante a vigência da situação anômala.
Saudações jusbrasileiras.
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